Sementes Rancharia
Notícias Agrícolas

Notícias Agrícolas (4)

O cenário agrícola é uma realidade no Brasil e no Mundo, fique informado a respeito do que acontece.

A restrição da oferta do açúcar cristal para pronta entrega tem mantido os valores do produto em alta no mercado spot paulista. Segundo pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), as usinas têm priorizado contratos tanto de açúcar quanto de etanol, que já estariam atrasados. Nem mesmo a retomada da moagem da cana-de-açúcar no Estado de São Paulo, que estava paralisada há sete dias em decorrência de chuvas, alterou o cenário.

Na segunda, dia 14, o indicador de Açúcar Cristal Cepea/Esalq (mercado paulista), cor (ICUMSA) entre 130 e 180, fechou a R$ 50,31 a saca de 50 quilos, alta de 1,86% em comparação com a segunda anterior.

Cotação do hidratado permanece estável; anidro se valoriza

Entre 7 e 11 de outubro, o indicador Cepea/Esalq do hidratado (São Paulo) teve média de R$ 1,1735 o litro (sem impostos), leve alta de 0,05% em relação ao período anterior. Segundo pesquisadores do Cepea, o ritmo lento de negócios tem mantido os preços do etanol hidratado praticamente estáveis no mercado spot paulista pela segunda semana seguida. Em relação ao anidro (misturado em 25% à gasolina), a menor oferta no spot garantiu a recuperação das perdas da semana anterior, com o Indicador Cepea/Esalq subindo 1,3%, passando para R$ 1,3058 o litro (sem impostos) na média da semana. Segundo colaboradores do Cepea, grande parte da produção do anidro segue comprometida com contratos. Nos postos de combustíveis, segundo dados da ANP, os preços do etanol seguem competitivos frente à gasolina nos estados de São Paulo, Goiás, Mato Grosso e Paraná.

 Fonte CEPEA

 

 

 

Enquanto as culturas de inverno, como trigo, canola e cevada estão em fase final de enchimento de grãos e o trigo já inicia a colheita das primeiras lavouras, os grãos de verão, como arroz, milho e feijão 1ª safra apresentam avanços na semeadura, favorecida pelo início de primavera, que apresenta temperaturas baixas durante as noites, manhãs frias e elevação das temperaturas ao longo do dia.

De acordo com o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, essas condições, aliadas ao predomínio de tempo seco com alta insolação favorecem também as culturas de inverno, que atravessam o período crítico de reprodução e formação de grãos.

No trigo, as consequências das geadas ocorridas no fim de setembro já são observadas em algumas espigas de lavouras atingidas, onde os grãos não se desenvolveram a contento. Ainda não é possível quantificar de forma precisa os prejuízos e a redução na produtividade. De maneira geral, a cultura encontra-se em fase final de enchimento de grãos, passando para maturação.

A colheita no Estado ainda não passa dos 2%. A região Noroeste foi a primeira a iniciar a colheita. Os índices de produtividade são excelentes e os grãos apresentam boa qualidade. Há perspectiva de uma excelente safra de trigo esse ano para o Rio Grande do Sul, até mesmo com potencial para superar as estimativas iniciais.

O cenário é diferente no Paraná, onde a ocorrência de geada em julho e agosto foram bem mais fortes e generalizadas e causaram sérios danos à produção, com prejuízos que poderão ultrapassar 1 milhão de toneladas. Além da redução na produção, a qualidade dos grãos também está sendo afetada pelas chuvas constantes e de altos volumes. Os maiores teores de umidade do grão levam a uma maturação mais precoce e até mesmo a uma fermentação precoce.

Nos próximos dias a previsão do tempo indica boas condições para o andamento da colheita do trigo no Rio Grande do Sul. Só há previsão de chuvas isoladas no Norte do Estado. Já o Paraná terá a formação de uma área de baixa pressão atmosférica na quarta, dia 16, que vai trazer chuva forte, trovoadas, rajadas de vento de 60km/h e eventual queda de granizo.

De forma geral, o acumulado oscila de 15 milímetros e 35 milímetros, mas há previsão de extremos de mais de 60 milímetros em alguns municípios do oeste paranaense. A partir da quinta, dia 17, a chuva perde intensidade.

Culturas de verão

No arroz, a área semeada avançou sete pontos em relação à semana passada, recuperando o atraso inicial e ficando na média dos últimos anos. Sem enfrentar problemas de falta de umidade no solo, as sementes têm germinado sem dificuldades. As regiões mais adiantadas são Fronteira Oeste e planície costeira interna (entorno da Lagoa dos Patos).

A implantação da cultura do milho também avançou na semana que passou e hoje se desenvolve rapidamente, apresentando coloração mais intensa. Pequenas áreas atingidas pelas geadas de final de setembro precisam ser replantadas. Já nas lavouras implantadas em áreas de baixadas, propensas ao acúmulo de umidade, as sementes encontram certa dificuldade para germinar, e nas que já germinaram, as plantas estão com crescimento abaixo do esperado. Nesse cenário, a área plantada avançou para 52% do total previsto, com 48% germinado.

A fase é de estabelecimento das lavouras de feijão 1ª safra, apresentando pequeno atraso na semeadura, em decorrência do excesso de umidade. Com a melhora das condições meteorológicas, a evolução do plantio deverá ser intensificada. Em algumas áreas, a germinação e o desenvolvimento vegetativo também são lentos.

Frutas

O clima mais ameno e ensolarado tem beneficiado a produção de frutas no Estado, que se desenvolvem normalmente em todas as regiões. No Litoral Norte, no município de Terra de Areia, onde atualmente 610 hectares são cultivados com abacaxi, os agricultores preparam novas áreas para o plantio, que deve iniciar no final deste mês, quando a produção está pronta para ser comercializada nas chamadas lavouras velhas de abacaxi. A produtividade média hoje é de 25 ton/ha.

Avança a discussão sobre a normatização do peso e a classificação da banana produzida no Rio Grande do Sul. No início deste mês, o Grupo da Banana se reuniu com deputados estaduais da Comissão de Agricultura para analisar alternativas para os produtores, já que, de cada três quilos de banana consumidos no Estado, um quilo é produzido no Rio Grande do Sul; os outros dois vêm de outros Estados do país.

Na região do Vale do Caí, as últimas frutas cítricas estão sendo colhidas. A safra é considerada a melhor safra dos últimos anos. Entre o final do mês de setembro e o início de outubro, terminou a colheita da laranja céu tardia e de umbigo monte parnaso. Agora, as únicas frutas cítricas que ainda estão em colheita são a bergamota montenegrina, da qual faltam apenas 2% das frutas para serem colhidas, o tangor murcott (cruzamento natural entre laranja e bergamota), a laranja valência e a lima ácida tahiti.

As frutas que entrarão no mercado a partir de agora são as que estão armazenadas em câmaras frias. Enquanto a colheita da atual safra de citros finaliza, as plantas estão em plena floração nas variedades tardias. Além da colheita, os citricultores realizam tratamentos fitossanitários para prevenir doenças e poda nas plantas onde a colheita já foi encerrada.

Na região da Campanha, a cultura de pêssego exige cuidados dos produtores para o controle da grafolita ou mariposa oriental e da mosca das frutas, com uso de armadilhas com suco ou feromônio, e controle com pulverizações de inseticidas específicos. Na Serra, inicia a colheita das variedades superprecoces cultivadas em regiões mais quentes, tais como vales de rios. Os frutos estão bastante sadios, com coloração aceitável e sabor razoável, com acidez baixa, impingindo-lhe a tipicidade de “água açucarada”, um tanto característico das variedades mais precoces. Na região do Alto Uruguai, os pomares estão em fase de frutificação, com os produtores monitorando a ocorrência de pragas através do uso de armadilhas. Em alguns pomares os frutos não desenvolveram devido ao excesso de chuvas.

Hortaliças

O cultivo de hortaliças na região Noroeste Colonial (Ijuí) foi favorável na última semana, com os produtores intensificando os tratos culturais nas áreas já implantadas e ampliando a implantação das espécies de verão. A oferta de folhosas ainda não atingiu os patamares anteriores ao advento da geada, mas dá sinais de recuperação. Nas áreas com cultivo protegido, o desenvolvimento das culturas foi considerado excelente, contribuindo para a regularização do mercado. As culturas de verão, como pepino, tomate e vagem, estão com desenvolvimento inicial lento.

Na Região Metropolitana de Porto Alegre, houve um aumento significativo no preço de alguns produtos comercializados, principalmente brócolis e as folhosas (alface, radite, rúcula). Isso se deve à redução da oferta destes produtos e das condições climáticas das semanas anteriores, que prejudicaram o desenvolvimento principalmente das folhosas. Alguns produtores estão participando das chamadas públicas das escolas municipais e estaduais, e estão programando a produção de olerícolas para atender o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae).

 

CANAL RURAL COM INFORMAÇÕES DA EMATER-RS

 

 

 

  

O futuro rural do país vai estar em discussão durante a 2ª Conferência Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável e Solidário. O evento ocorre até sexta-feira (17) e reunirá gestores, povos tradicionais e comunidades do campo. Eles vão elaborar o Plano Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável e Solidário (PNDRSS), que servirá de base para as políticas públicas de desenvolvimento do setor.

De acordo com Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), as propostas discutidas vão orientar no desenvolvimento da participação da agricultura familiar na sociedade e na economia brasileira. Serão discutidos 27 temas, como a preservação e recuperação ambiental, o desenvolvimento dos assentamentos e a formação de atores sociais e agentes de desenvolvimento.

Na abertura da conferência, o ministro do Desenvolvimento Agrário, Pepe Vargas, ressaltou os avanços das políticas públicas relacionadas ao campo e destacou que o governo superou a ideia de que o país precisa primeiro distribuir renda para crescer. “Conseguimos superar a ideia de que o ajuste fiscal se basta a si mesmo”, disse.

“Esta é a conferência de reconhecimento do papel da juventude, da participação social e da esperança crítica, porque temos esperança que nesses dez anos tivemos conquistas muito importantes, mas, para cada vitória que tivemos, existem carências que ainda precisam ser superadas”, completou.

A agroecologia, o crédito e a educação no campo também vão estar em discussão no evento. Nas etapas territoriais, intermunicipais, estaduais e setoriais da conferência, foram debatidas mais de 11 mil propostas, das quais 388 serão analisadas agora na conferência nacional.

Durante três dias, os 1,2 mil delegados eleitos nas 27 unidades da Federação serão divididos em 12 comissões temáticas que discutirão blocos de propostas.

 

Fonte: Agência Brasil

 

 

 

A palavra de ORDEM CONSTITUCIONAL estabelecida pelo poder democrático esta sendo banida pelos atuais Governantes. A insegurança jurídica aumenta no campo a cada dia que se passa, hora por questões ambientais, hora por questões de demarcações de terras indígenas, quando não pelas ações dos MSTs, se não bastasse tudo isso, agora o enrosco da REDE de Marina Silva.

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